O céu é o limite

Eu te entreguei minha vida
Mas esqueci de tomar de volta
Pois a coisa prometida
Dificilmente se solta.

Se somos vela de embarcação
A mudança de vento nos trai;
É o timoneiro quem tem a ação
O timão é mãe e pai.

Você conduzia nosso navio
Abandonou o barco, deixou a dor
Fiquei na dor, superei o frio
Não sou mais vela; sou tapete voador.

Velejava; hoje voo
O meu limite é o éter
Pra longe de você vou
Outro amor… quero é ter.

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