Transplante

A chave decerto tinha ido
Mas sinto o peito mais leve
Você levou meu coração partido
Quando eu disse “vá, mas me leve”.

Nessa leva, comecei uma busca
Pra saber se é possível repor
No escuro que a tudo ofusca
Um coração “sob o capô”.

Poeticamente um transplante
É reconstruir a alma abalada
Pela perda de um amor pulsante
Pra retomar a caminhada.

Sorte tem quem sai da fila vivo
E consegue aceitar o recurso
O peito restaurado, não-nocivo
Lhe dando a chance de rever o curso.

Lição apreendida; nova batida
Que coração é esse agora?
Como, quem amar? Diga!
A resposta está lá fora…

Aproveite a segunda (terceira, quarta) chance
Dê outra vez o melhor que tem
Nada melhor que outro romance
Pra ilustrar o que por aí vem.

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