A arte imita a vida (e vice-versa)

Coração que foi entregue
Jamais volta, ao peito, inteiro
Se discorda, venha e negue
Aqui será o primeiro.

Depois do primeiro ato
Os demais são mais contidos
Muito plano e muito tato
Pra evitar mal-entendidos.

Vez em quando aparece
Um amor de supetão
Como uma nova espécie
Pro biólogo em plantão.

O coração desconfia
Mas a chance está dada
Aumenta a biografia;
O roteiro agora é nada.

Cada capítulo escrito
Trará uma novidade
Sou o autor, e tenho dito:
“Musas, fiquem à vontade”.

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