Do plebeu à flor II

Seus motivos são insumo
Pra um homem se mover,
E seguir cego seu rumo;
O rumo não importa ver.

Sua beleza é cobertura
De um doce fabuloso
Que a tristeza tritura
E deixa o dia gostoso.

Há que ser o cara, o tal
Pra chamar sua atenção
E ser experimental
Pra roubar seu coração.

Uma vez ele roubado
Você agora é refém
Cativeiro vigiado
Por quem chamas de “meu bem”.

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