Pela transversal

Inspirações latentes não precisam de registro, mas aqui estou eu novamente. Veja bem, você e eu somos retas paralelas, mas, à distância, eu lhe vejo, e lhe admiro.

Formamos ângulos quando algo em comum nos atinge; uma reta abençoada que parte daí em minha direção. Mas, ainda assim, ângulos que não compõem a mesma figura.

É destes ângulos que me alimento, pois é neles que reside o seu sorriso quando dialogamos; são os nossos assuntos transversais. Nestes momentos em que falamos entre 0 e 360º, é quando lhe faço vibrar como posso, por esta corda que nos liga. Não lhe toco, mas lhe transmito minhas impressões.

Não faço planos, pois nele estamos: o plano maior, no qual existimos, no qual demonstramos a verdade euclidiana.

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