Desafio das palavras: O sentido da vida em três palavras (a versão dele) (lado B)

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Não; eu não vou falar de amor. Esta palavra não é o sentido da minha vida, pois o que me é natural não me mostra a direção; sou amor e pronto. E sempre é possível apenas amar e não ser correspondido. Não é do óbvio que preciso aqui.
O ser humano mostra seu verdadeiro potencial quando suas palavras e atos levam a humanidade (toda ou parcial) adiante. Nesta seara, eu vejo alguns caminhos possíveis.

Substantivos são qualificados por meio dos adjetivos, assim “um transeunte”, “um amigo”, “um pai“ são apenas exemplos de substantivos. Mas um adjetivo expande o significado destas palavras. Tomemos como exemplo a palavra “solidário”.

Você é um ser perdido no meio da rua, em meio a muitos transeuntes. Porém, entre eles, há um em especial – um transeunte solidário – o qual atende ao seu pedido de ajuda e lhe aponta o caminho certo; em meio a nossa existência passam tantos amigos, mas aquele que nos acompanha e nos bem conhece é solidário a nós sempre que possível; qualquer pai comum deseja o melhor aos seus filhos, mas o pai solidário divide todo o seu conhecimento e afeto no intuito de que seus rebentos multipliquem suas qualidades.

Solidariedade transforma indivíduos em multiplicadores do bem.
Nós somos uma torta de alma com cobertura de corpo. Sim, uma receita de sucesso. Mas, o que faz nosso espírito quebrar paradigmas e superar condições impostas? Para alcançarmos nova altura na existência, é preciso desafiar-se, lançar-se no abismo, apostar alto. Nosso conforto é nosso inimigo, e nosso amanhã deseja ansiosamente que hoje iniciemos a nova caminhada.

O ser que arrisca eleva o patamar e determina o novo ponto de partida. A humanidade renova as esperanças nos recém-nascidos e nos seus heróis. Portanto, humanos ousados representam o futuro do pretérito (não existe futuro do presente; este já virou passado!).

Ousadia finca bandeiras em novos solos de nossas vidas.
Ainda que sejamos solidários e ousados, ainda há limites que determinam o quanto de nós extrapola os limites, o quanto de nós invade os demais espaços. Sem nosso autoconhecimento, somos apenas barcos à deriva, navegando sem propósito.

“Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”, disse São Paulo aos Coríntios; esta frase é um grande ensinamento sobre por que devemos aproveitar nossa condição humana e refletir sobre quem somos, onde queremos estar e como queremos fazê-lo.

Ética é todo degrau na escada que (e)leva o ser ao seu destino superior.

Um ser solidário, ousado e ético é um titã: forte, sólido e convicto.

Lado A: clique aqui.

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