Autobiográfico VIII / Inquietude

Na minha centésima publicação aqui,
nada mais justo que uma edição desta série…

Num dia, a vida me bate
Em outro, só me presenteia
O mundo me pesa em quilate
Se a ele ofereço a veia.

O mundo me dá o seu trigo
E, às vezes, me rouba o fermento
O pão que eu levo comigo
É frio, mas não me lamento.

Eu canto e até bato asa
Mas o mundo não me atende;
Procuro uma voz que não casa
Pra uma canção que não vende.

O além do além-mar nada diz
Pois lá eu não vejo o meu xis
O barco pirata descansa
Enquanto não vem outra andança.

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