Educação: meu desejo pessoal.

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Nós somos mal educados. Não me entenda mal. Nós somos um país que deseja ser nação, mas não se mune do necessário para isso: Educação. Com maiúscula, porque é este o tratamento que devemos dá-la.
Não preciso citar os vários problemas que nosso rico-pobre Brasil abriga e alimenta. Sim, por ignorância, comodismo, leniência e tantas outras causas, deixamos nosso país num patamar que só é invejável aos países que enfrentam um grande colapso em suas divisas, a maioria ex-colônias de exploração, como também fomos.
Recentemente as escolas e instituições de ensino superior começaram a ser ocupadas por seus usuários diretos: alunos secundaristas e universitários. Se alguém deseja vestir estes movimentos como vagabundagem ou coisa do tipo, vai esbarrar na pergunta: “se é pra vagabundear, porque logo na escola? Não seria melhor vagabundear noutro lugar?”
Pois, os alunos estão lá justamente por ser lá o foco da questão. É como infantaria defendendo a sua trincheira. Tal como as Forças Armadas brasileiras existem pela defesa do solo nacional, os estudantes querem defender a integridade e soberania de sua micronação.
Nem todos os pais estão presentes na educação de seus filhos, mas alguns poucos estão até ocupando as escolas junto de suas crias, pela importância da causa. É fácil manter-se alheio à questão quando se luta e se consegue dar ensino privado a sua prole. Porém a maior parte dos afetados pela má qualidade do nosso ensino está na rede pública. Assim, aqueles que concentram a maior parte da renda no Brasil são cegos como a figura que representa o conceito de Justiça? Alguns sim, outros não.
Somos mal representados. Votamos mal. Não fiscalizamos. Neste aspecto, o Brasil tem evoluído até mais que no século passado, com instrumentos para impedir candidatos condenados na Justiça, redes sociais, instituições fortalecidas. Porém, a raiz do bem comum, o cidadão, ainda é negligenciado, não só no assunto principal deste texto, mas na saúde, na segurança e nos diversos aspectos que influenciam na vida social.
Eu sinto desde sempre que a Educação é o remédio que precisamos, num país que vive de soros desde que se entende como tal. Vamos participar do dia-a-dia do ensino dado a nossos filhos; vamos ensiná-los a ser cientistas, a perguntar, a questionar se a verdade recebida é o melhor para todos nós; vamos nós mesmos questionar, e oferecer soluções. O Brasil está carente de soluções e pessoas que as patrocinem (seja com dinheiro, seja com atitude).
Eu tenho muito mais a dizer sobre Educação, como neto de educadora que sou, porém preciso estudar ainda mais.

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